TRANSFORMANDO GRUPO EM EQUIPE I
02/03/2010 por Dani Alberton · 2 Comentários
Tenho postado aqui muitos arquivos sobre liderança, sabendo a importância da liderança nas empresas atualmente, porém quero levantar outros pontos importantes das organizaçãoes, que são as equipes e trazer algumas considerações sobre como transformar grupos em equipes.
”Há um bocado de diferença entre pessoas trabalhando juntas num projeto e todas elas apenas trabalhando ao mesmo tempo”. Eis aqui a importância da tranformação de grupo em equipe, porque muito tempo e dinheiro poderão ser ecomomizados nesta transformação ou também muito dinheiro poderá ser gerado com esta transformação.
Somente para relembrarmos, listo aqui algumas Características de uma Equipe
=> Pode-se considerar uma equipe um grupo que compreende seus objetivos e está engajado em alcançá-los, de forma compartilhada.
=> A comunicação entre os membros é verdadeira, opiniões divergentes são estimuladas.
=> A confiança é grande, assumem-se riscos.
=> As habilidades complementares dos membros possibilitam alcançar resultados.
=> Os objetivos compartilhados determinam seu propósito e direção.
=> Respeito, mente aberta e cooperação são elevados.
=> O grupo investe constantemente em seu próprio crescimento.
Um grupo transforma-se em equipe quando passa a prestar atenção à sua própria forma de operar e procura resolver os problemas que afetam seu funcionamento. Esse processo de auto-exame e avaliação é contínuo, em ciclos recorrentes de percepção dos fatos, diagnose, planejamento de ação, prática / implementação, resolução de problemas e avaliação.
Sabemos que uma equipe é composta por indivíduos e para evoluírmos no processo de transformação do grupo para uma equipe e de suma importância, resaltar algums acontecimentos que ocorem entre as pessoas deste grupo, como:
Conflito interpessoal no grupo
Os conflitos são inerentes à vida em grupo. A escassez de recursos para satisfazer todas as necessidades e desejos individuais, de poder e afetividade, gera conflitos intermináveis entre os membros do grupo.
As mudanças no grupo, seu crescimento e desenvolvimento resultam do modo como os conflitos são enfrentados e resolvidos. O conflito possui numerosas funções positivas. Rompe o equilíbrio da rotina, mobiliza energia latente no sistema, desafia acomodação de idéias e posições, desvenda problemas escondidos, aguça a percepção e o raciocínio, excita a imaginação, estimula a criatividade para soluções originais.
Existem várias maneiras de lidar com os conflitos, o primeiro passo consiste em admitir que existe um conflito e que é preciso enfrentá-lo. As modalidades de lidar com os conflitos compreendem 2 conjuntos de táticas: luta / fuga e as de diálogo.
Táticas de Luta / Fuga
Como tática de lutas têm a competição, e as de fuga abrangem a repressão e a evasão. A competição implica reconhecer o conflito e engajar-se na luta aberta com o adversário. A competição entre as empresas é saudável e estimulada, bem como a competição intergrupal dentro de cada uma delas, porém a competição no âmbito do pequeno grupo com a adoção de luta aberta contra o adversário pode deixar seqüelas incontornáveis entre as pessoas envolvidas, com conseqüências negativas, e dificilmente sanáveis.
A tática da repressão traduz-se no uso da força para aniquilar o conflito, eliminando os sintomas, mas não o conflito. Um conflito reprimido pela força não desaparece, recolhe-se ao estado latente e, assim que houver uma brecha no “policiamento” por parte da autoridade, voltará a manifestar-se de forma mais violenta.
A tática de evasão abranda emoções sem enfrentar o conflito. “Quando um não quer dois não brigam” sugere o controle unilateral da situação pelo afastamento voluntário de um dos contendores. Sair da situação conflitiva, evitar interação e convívio, a comunicação com o outro, são exemplos de manobras de escape ao enfrentamento real da discórdia. A longo prazo esta tática mostra-se ineficiente, pois não se pode escapar da realidade da vida o tempo todo.
A competição acirra os ânimos e pode lesar as relações interpessoais futuras, na difícil conciliação entre vencedores e vencidos. A supressão remove temporariamente sintomas, sem alcançar e trabalhar os conteúdos do conflito. A evasão posterga a necessidade de lidar de imediato com o conflito.
Como podemos ver este tema vai nos levando a muitos outros assuntos não menos relevantes por isso decide fazer uma série de posts para completar este tema tão importante para o desenvolvimento das empresas, sejam elas formais ou inovadoras como as empresas de Marketing de Relacionamento, onde não basta ter um grupo, somente terá resultado a melhor equipe onde todos buscam o desenvolvimento e o sucesso coletivo, esquecendo o destaque invididual.
Nos vemos no práximo post.
Um Forte Abraço
Dani Alberton


















Excelente post! Bem explicativo…
Sds
Kellen
Meu Mundo amigo
Obrigado Kellen, fico muito feliz que gostou.
Como você eu sempre que posto um artigo espero poder ajudar as pessoas que o leêm.
Sds
Dani Alberton